17 de março de 2010

Compartimentos X miscelânea

Ontem ganhamos cobrinhas ácidas da amiga Alê.
A gente come aquilo e sofre de prazer e dor ao mesmo tempo - sofre de prazer, sofre de dor.
E curte!
Existe em algum lugar um compartimento para coisas azedas. Lá dentro há outras divisórias para azedo-doce, azedo-salgado, azedo-azedo. Há, também, a possibilidade de criar outras subdivisões com associações tranversais como azedo-gelado-quase doce ou, ainda, azedo-farelento e etc..

É impressionante o quanto se pode escrever sobre um mini assunto...

Tudo depende muito do olhar ou da atenção que se dispensa a um determinado assunto. Quando estamos desatentos nem percebemos tantas possibilidades de variações...
Essas também podem estar compondo um engodo para desviar nossa atenção de algo realmente importante - edificante, mutante, impactante, penetrante...

... muitas reticências para isso...

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Também há momento em que essas pequeníssimas coisas e assuntos têm uma real importância em nosso sensível e, nesse exato momento, o mental descansa por um segundo, dá trégua e rédeas para o emocional viver...


só pra variar cito Caê:
"... ou não!"

4 de março de 2010

De tudo, ao meu amor serei atenta antes!

Também, agora só falta você!

É interessante como as coisas ocupam diferentes posições em nossa escala de valores.
Além das maturidades, evoluções, momentum tem um "algo mais" que modifica ou promove a mudança de valores que imaginávamos imutáveis - imprescindíveis, nobres, impecáveis, divinos!

De repente já não valem tanto...
De repente os percebemos essencialmente conectados com nosso lado mais caprichoso, mimado.
Aí tem que mudar, né?!

TEM SIM!

Vamos lá!

5 de fevereiro de 2010

mÚsIcA inspira MúSiCa

Então...
2010 se apresentou implacavelmente úmido, quente, feroz!
Nós, em contrapartida, nos colocamos e nos retiramos da melhor maneira possível - de galochas, de óculos escuros...
De fato, temos uma dificuldade em acertar o figurino em relação a isso em qualquer época em sampa... sempre se carrega uma blusa, um guarda-chuva.
Também a insegurança faz parte do nosso dia-a-dia - coisas de metrópole, de séculoXI, de pósPósmodernidade...

De quarquer jeito somos um invólocro que contém o divino, o humano, a essência - juntos e inseparáveis compondo nosso todo que ainda agrega nossos pensamentos e sentimentos, e ações...
Além de tudo isso surge, no meio do trânsitotravadonatempestade uma velha canção do Police, "Message in a bottle", que gera uma nova canção minha. Em inglês e em consonância com esses pensamentos acerca do invólocro e conteúdo.
Em breve a postarei aqui!
fui!